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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Cortando o mal pela raíz.

Sentados à beira do rio, dois pescadores esperam pelos peixes quando, de repente, gritos de crianças trincam o silêncio.Assustam-se, procuram a origem dos berros, e eles vêm de onde menos esperam: da correnteza do rio, que trazia duas crianças pedindo socorro.
Os pescadores pulam na água e com muito esforço conseguem salvá-las, mas, ouvem mais berros e notam mais quatro crianças debatendo-se na água. Desta vez, apenas duas são resgatadas. Aturdidos, os dois ouvem uma gritaria ainda maior. Mais quatro crianças vindo correnteza abaixo.Um dos pescadores vira as costas ao rio e começa a ir embora. O amigo exclama: - Onde você vai? Está louco, não vai me ajudar? Sem deter o passo, ele responde: - Faça o que puder. Vou tentar descobrir quem está jogando as crianças no rio.

Os móveis

Certa vez um sujeito muito rico e que gostava muito de viajar, resolveu fazer uma viagem exótica até o país onde morava o autor de um excelente livro que acabara de ler.Ao chegar na casa do sábio, ele se surpreendeu com a falta de móveis naquele lugar, e logo que entrou, perguntou:- Onde estão os seus móveis?O sábio, de imediato, também lhe perguntou?- Diga-me você primeiro, onde estão os seus móveis?- Ora, meus móveis estão na minha casa, respondeu o rico.O sábio continuou:- E porque não os trouxe com você?- Porque estou aqui apenas de passagem.- Eu, também, assegurou-lhe o sábio.

O filho

Um homem muito rico e seu filho tinham grande paixão pelas artes. Muito unidos, se sentavam juntos para admirar as grandes obras de arte que tinham em sua coleção.Por uma desgraça do destino, seu filho foi para guerra. Ele era muito valente e corajoso, mas, morreu em batalha, quando resgatava outro soldado. O pai recebeu a notícia e sofreu profundamente a morte de seu único filho.Um mês mais tarde, alguém bateu à sua porta... Era um jovem com uma grande tela em suas mãos e foi logo dizendo ao homem:" - O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida, ele salvou muitas vidas nesse dia e estava me levando a um lugar seguro, quando uma bala tirou sua vida".Ele falava muito do senhor e de seu amor pelas artes. O rapaz estendeu os braços para entregar a tela: " - Eu sei que não é muito, e eu não sou um grande artista, mas sei também que seu filho gostaria que o senhor recebesse isto".O pai abriu a tela. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem soldado. Ele olhou com profunda admiração a maneira com que o soldado havia capturado a personalidade de seu filho na pintura.
O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos de seu filho, que seus próprios olhos encheram-se de lágrimas.Ele agradeceu ao jovem soldado, e ofereceu-se para pagar-lhe pela pintura. " - Não, senhor, eu nunca poderei pagar o que seu filho fez por mim! Essa pintura é um presente".O pai colocou a tela à frente de suas grandes obras de arte, e a cada vez que alguém visitava sua casa, ele mostrava o retrato do filho, antes de mostrar sua famosa galeria. Algum tempo depois o homem morreu, e se anunciou um leilão de todas as suas obras de arte.Muita gente importante e influente chegou ao local, no dia e horário marcados, com grandes expectativas de comprar verdadeiras obras de arte. Em exposição estava o retrato do filho. O leiloeiro bateu seu martelo para dar início ao leilão: " - Começaremos o leilão com o retrato "O FILHO". Quem oferece o primeiro lance? Quanto oferecem por este quadro?"Um grande silêncio.... Então, do fundo da sala, alguém diz:"Queremos ver a coleção... deixe este pra outra hora".O leiloeiro insistiu... "Alguém oferece algo por essa pintura? 200...? 100...?"Mais uma vez, a voz: "Não viemos por esta pintura, mas, sim, pelas obras de arte... Vamos logo ao leilão de verdade".Mesmo assim o leiloeiro continuou... "Quem leva ´O FILHO?´"Finalmente, uma voz: " - Eu dou 10 pelo quadro".Era o velho jardineiro da casa. Sendo um homem muito pobre, esse era o único dinheiro que podia oferecer." - Temos 10! Quem dá 20?" gritou o leiloeiro.As pessoas já estavam irritadas; não queriam a pintura do filho, queriam as que realmente eram valiosas para suas coleções.Então o leiloeiro bateu o martelo, "... dou-lhe uma, dou-lhe duas... vendido por 10!!!" " - Ufa... até que enfim, desabafou um." - Agora vamos à coleção!", gritou um.O leiloeiro soltou seu martelo e disse:" - O leilão acabou!". " - Que brincadeira é esta?" perguntaram os interessados, indignados. " - Eu sinto muito", disse o leiloeiro, "quando me chamaram para fazer este leilão, havia um segredo estipulado no testamento do antigo dono. Não seria permitido revelar esse segredo até esse exato momento. Somente a pintura O FILHO seria leiloada; aquele que a comprasse, herdaria absolutamente todas as demais pinturas e, também, herdaria todas as suas posses. O homem que comprou O FILHO fica com tudo!"

Ele foi ferido

Um homem andava tão profundamente perturbado com os seus pecados que, certa noite, teve um sonho em que via Jesus sendo brutalmente chicoteado por um soldado.A cada golpe cruel que atingia as costas de Cristo, ele podia ver com muita nitidez as novas e terríveis marcas que se somavam às anteriores.
Não podendo mais suportar a cena, agarrou o soldado por trás, tentando impedir que ele baixasse o braço para aplicar o próximo acoite.Neste momento o soldado virou-se para e, para seu espanto, o rosto que ele viu era o seu próprio rosto.

quarta-feira, 31 de março de 2010

A chama da alma

Era uma vez um rei, que apesar de ser muito rico, era um homem simples; completamente desapegado de sua riqueza e extremamente querido de seu povo.Um dia, quando um de seus súditos perguntou-lhe como ele conseguia conciliar tanta riqueza com tamanha simplicidade, ele ordenou aos seus soldados:- Levem este homem aos meus depósitos reais. Dê-lhe uma lamparina acessa e deixe-o olhar e até tocar todo o meu tesouro, para que ele possa avaliá-lo para mim, porém, se ele deixar a lamparina se apagar, dê-lhe 10 fortes chibatadas.Duas horas depois o homem voltou à presença do rei com a lamparina ainda acesa, e o rei lhe perguntou:- Então, o quê acha, quanto vale o meu tesouro?- Senhor, eu estava tão preocupado em não deixar a lamparina se apagar que nem consegui avaliar direito o seu tesouro, desculpe-me, senhor - respondeu o homem.- Este é o meu segredo, confidenciou-lhe o rei, fico tão ocupado em manter acesa a chama da minha alma que nem reparo direito nestas coisas.

Trabalho em equipe

Um sábio tinha três filhos jovens, inteligentes e ávidos por sabedoria. Certa vez, quando os três rapazes estavam discutindo sobre quais seriam os principais obstáculos ao sucesso de um trabalho coletivo, seu pai os chamou e confiou-lhes uma importante tarefa, levar ao príncipe governante três presentes. O primeiro levaria um vaso muito precioso. O segundo levaria uma corça rara. O terceiro levaria um bolo primoroso, receita da família. O trio recebeu a missão com entusiasmo, mas, no meio do caminho, começaram a discutir. O que levava o vaso não concordava com a maneira como o irmão puxava a corça delicada; o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse; este, por sua vez, repreendia o portador do vaso valioso, com medo que ele o deixasse cair. Em dado momento, o que conduzia a corça estendeu a sua mão a fim de consertar a posição da vaso, que, premido pelas inquietações de ambos, escorregou de súbito, espatifando-se no chão. Com o choque, a corça fugiu espantada. O carregador do bolo, ao tentar deter o animal, deixou o bolo cair. Desapontados e irritados, os três rapazes voltam à presença do pai, apresentando cada qual a sua queixa, culpando uns aos outros pelo desastre. O sábio, porém, sorriu e disse-lhes: - Aproveitem este incidente e aprendam: O sucesso de um trabalho em equipe depende de muitas coisas: a) Que não se perca o senso coletivo; b) Que um não invada a área do outro, se não lhe for solicitado; c) Que cada um faça a sua parte do melhor jeito possível; d) Que cada um valorize, respeite e considere o trabalho do outro.

Joga bem, mas sempre perde

Era uma vez um pastor que gostava muito jogar futebol, mas, todas as vezes, voltava para casa demasiadamente cansado, machucado, derrotado e triste, pois nunca ganhava um jogo. Desde que começou a praticar o esporte, só perdia (e perdia de goleada).
Um dia seu sogro veio visitá-lo e resolveu ir prestigiar o genro, indo com ele ao jogo.
Quando voltaram pra casa, o sogro chamou-lhe a atenção:- Do jeito que você joga, nunca vai ganhar um jogo, homem, e vai viver machucado.- Por que não, sogrão? Eu bato um bolão!- Sim, é verdade, você até que joga bem, mas, SOZINHO? CONTRA 11? Onde você está com a cabeça?A esposa saiu logo em defesa do marido-pastor:- Não liga, não, pai, ele já está acostumado. Na igreja ele também faz tudo sozinho.

Porcaria de ladrão

Foi em Goiás, numa cidade do interior, próximo a Ceres. Um fazendeiro que não gostava de crente e que nunca permitira que ninguém lhe falasse de Jesus, sem saber, contratou os serviços de um evangélico, que antes de se converter a Cristo era ladrão.
No entanto, num episódio de fraqueza, o ex-ladrão voltou às escondidas à fazenda e roubou uma porca do fazendeiro, mas, não conseguiu dormir aquela noite, pois, o Espírito Santo inquietou sua consciência e, logo de manhã, ele foi se aconselhar com seu pastor, que exigiu, como prova de sua sinceridade, que ele voltasse à fazenda, confessasse seu delito e reparasse o dano, pagando o fazendeiro com dinheiro ou serviço.
Apesar de querer muito reparar aquela situação, o rapaz tinha medo da reação do fazendeiro, pois ele era arrogante, estúpido e violento. Demorou quase uma semana, mas, finalmente, no domingo seguinte, ele criou coragem e voltou à fazenda. - O que o traz aqui assim tão cedo, meu amigo?- Vim lhe confessar um crime.- Que crime rapaz?- Depois que o senhor me pagou aquele último serviço, eu voltei aqui na fazenda e roubei uma porca. O senhor não sabe, mas, desde bem cedo na vida fui um ladrão, mas, agora sou crente e não posso mais fazer isso. Não tenho dinheiro para lhe pagar, mas posso pagá-lo com serviço, e garanto-lhe não vou nunca mais mexer nas suas coisas ou de qualquer outra pessoa.
O fazendeiro demorou alguns segundos para entender o que o rapaz havia acabado de lhe falar, mas, logo depois gritou:- Mulher, chame nossos filhos e venham aqui, todos vocês.O rapaz achou que iria levar a maior surra de sua vida, pois os filhos do fazendeiro eram uns rapazes muito fortes e, como o pai, também violentos.Quando eles chegaram, o fazendeiro ordenou:- Moço, eu devo admitir que você tem coragem. Faça o favor, repita para meus filhos e para minha mulher tudo o que você acabou de me falar.E o rapaz repetiu. Se tremeu na primeira vez, agora, então, nem se fala. Sua voz mal saía da garganta.- É isso que é ser crente, moço?- Rss...Mas, para sua surpresa, o fazendeiro falou:- Ser crente é ter coragem de confessar o próprio erro e se propor a reparar o prejuízo? Se é isso que é ser crente, eu, minha esposa e meus filhos também queremos ser crentes. Como é que a gente faz pra ser crente?Todos eles se converteram e o temido fazendeiro tornou-se um dos mais influentes pregadores do evangelho daquele rincão.Quanto à porca? Bem, o fazendeiro ficou tão feliz com Jesus que disse para o rapaz:- Quanto à porca, fica de presente, irmão!

terça-feira, 30 de março de 2010

Era rico e não sabia

Um homem descontente com a sorte queixava-se de Deus:- Deus dá aos outros as riquezas, e a mim não dá coisa alguma. Como é que posso ser feliz nesta vida, sem possuir nada? Um companheiro seu, ao ouviu estas palavras, perguntou-lhe: - Acaso você é tão pobre quanto diz? Deus não lhe deu, porventura, saúde e mocidade? - Não digo que não, até me orgulho bastante da minha força e da minha juventude.- Trocaria sua saúde e sua mocidade por dinheiro?- Não! O homem, então, pegou na sua mão direita e lhe perguntou: - Você venderia sua mão direita, deixaria que a cortassem por um bom dinheiro? - Não, de jeito nenhum! - E a esquerda? - De jeito nenhum! - E seus olhos, você os venderia, ficaria cego pelo resto da vida por uma "bolada"? - Não daria nem um olho por dinheiro! - Veja - observou o velho - quanta riqueza Deus lhe deu e você ainda se queixa?

Um pequeno enigma

Num culto de inauguração de uma nova igreja, o pregador enfia a mão no bolso, pega alguma coisa, retira a mão do bolso e a levanta para o alto: - Tenho algo valioso escondido aqui em minha mão direita, alguém tem um palpite do que é? - Uma moeda, arrisca um. - É algo muito mais valioso do que uma moeda! E vou dá-lo a quem acertar o que é. - É um anel de diamantes, arrisca outro, em meio às risadas do público. - É muito mais valioso que um anel de diamantes! As pessoas ficam em silêncio, tentando decifrar o enigma. - Vou lhes dar umas dicas, diz o pregador, o que eu tenho escondido aqui em minha mão direita é valioso o bastante para movimentar a economia de um país. Se for devidamente cuidado pode gerar indústrias e empregos, trabalho e renda. E cabe aqui, na palma da minha mão. E agora, alguém tem um bom palpite?Um adolescente levanta e mão e diz com convicção: - É uma semente! O pregador abre a mão e mostra para os ouvintes um grão de milho. Todos aplaudem o jovem! - Esta igreja que se inaugura neste dia também é uma semente. Se vocês cuidarem dela com amor, se investirem nela seu tempo, esforço e talentos, se a colocarem como prioridade em suas vidas, ela irá gerar muitas bençãos para vocês mesmos e para suas famílias, amigos e vizinhos.